Ele é um estranho para alguns, uma visão para ninguém.
Ele nunca se cansa, se cansa do mundo.
Por uma fortuna ele desistiria, mas é difícil admitir, como termina e começa.
No rosto dele há um mapa do mundo
De ontem, está vindo! De ontem, o medo! De ontem, chama-o!
Mas ele não quer ler a mensagem aqui, numa montanha, ele senta, não é de ouro, mas de pecados, através do sangue ele pode aprender, ver a vida que ele muda.
De uma assembléia de um só, ele decidirá quando tiver terminado com o inocente.
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